22.12.09

Tout le monde.

A dor de cabeça insuportável. Morreria?
Morreria de saudade, morreria de medo. A cabeça latejava, melancólica.
À espera do seu amor, à espera do melhor beijo do mundo, daqueles olhos que ela aprendera a ler, do cheiro, do sorriso, ah! O sorriso. Seu mundo ficava brilhante, além das cores, outro planeta, quando ela percebia a veracidade do ritmo da alegria. Quando ele a pegava no colo, quando ela chorava... O mundo, ah! O mundo que é belo, pois ele o habita. O mundo dela que a ele dedica. Que pinta, que corre, vive e ama. Ele existe, e a cabeça dela lateja de saudade. Abstinência. Do corpo, da voz, do jeito exato que só ele tem.
Toda sua.
Todo meu.

0 comentários: