22.12.10

Era domingo e a mataram. Sem dó, sem piedade alguma e com o amor longe.
Mataram da maneira mais vil: como já haviam feito antes, como ela jamais imaginara. A surpresa, ah, o inesperado. Ela que pensou: - ele? Jamais faria isso comigo.
Ele que era meu, que eu pensei saber, que eu pensei ter o dom.
Ele que por vir do nada a deixou a mercê de tudo(e ela morreu, triste, no vômito como um bêbado sem família).

Corta-se o cabelo, troca o perfume e grita. Pois, ainda tem a sí mesma, mesmo que morta.

2 comentários:

Leoll disse...

nossa mujer, ñ me assusta assim desse jeito! O.O nunca vi uma lovestory desse jeito, a ñ ser talvez num conto do Stephen King ou nos twitt's extremamente inspirados da Rita Lee, muito bom! muito bom mesmo!
já deixei o blog nos meus favoritos, continua escrevendo assim sempre!
abraço

Maikon disse...

da para interpretar isso de várias maneiras eu acho das vezes , podemos usar esses argumentos para coisas que nos incomoda internamente ehehe
bom texto Natzi .
beijo